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	<title>Arquivos encontros - Dalva Corrêa Batida Perfeita</title>
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		<title>O perfume inebriante da decisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dalva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 19:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita criativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Só se vive uma vez…” Quão instigante é essa frase motivacional para Helena dar vazão aos seus desejos e se permitir fazer o que seu corpo lhe pede? Helena titubeou. Não é mais uma adolescentezinha inconsequente fazendo o que dá na telha. Ela quer ter liberdade como sobrenome. Sua mente trava uma batalha entre “por ... <a title="O perfume inebriante da decisão" class="read-more" href="https://dalvacorrea.com.br/o-perfume-inebriante-da-decisao/" aria-label="More on O perfume inebriante da decisão">Leia mais</a></p>
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<p>“Só se vive uma vez…”</p>



<p>Quão instigante é essa frase motivacional para Helena dar vazão aos seus desejos e se permitir fazer o que seu corpo lhe pede?</p>



<p>Helena titubeou. Não é mais uma adolescentezinha inconsequente fazendo o que <em>dá na telha</em>.</p>



<p>Ela quer ter liberdade como sobrenome. Sua mente trava uma batalha entre “por que sim” e “por que não” fazer. Helena decidiu parar de fingir que se importa com a moral.</p>



<p>Pensou mais um pouco antes de responder à mensagem do gestor, que já releu 7 vezes:</p>



<p>― (&#8230;) <em>você topa me encontrar fora do escritório?</em></p>



<p>“Resposta direta, Helena; sim ou não?”, indagou-se. Digitou “sim” e, como dizem por aí, <em>apertou o botão do f0da-se</em>. O gestor, ansioso pelo retorno, escreveu:</p>



<p>― <em>Hoje, às 18h30, no estacionamento do shopping Carpe Diem. Vamos colocar nossos carros em posição paralela, porta com porta. Te espero.</em></p>



<p>Bateu vontade de desistir. Helena fechou os olhos e imediatamente lhe veio à mente a imagem de sua família. Linda. Ela sorriu e agradeceu em silêncio sua história construída até aqui. Respirou fundo e respondeu à mensagem, sem vacilar: “Combinado”.</p>



<p>“Ah, vai ser só um papo, nada de mais!”&nbsp;</p>



<p>Helena passou o resto do expediente elaborando afirmações que justificassem o ato de ir ao encontro daquela criatura desejada. De repente, pegou-se rindo sozinha… Corajosa ela. Muito dona de si.&nbsp;</p>



<p>Não havia nada urgentíssimo para resolver naquela tarde. Foi então bater um papo com seu time, confirmando checklist de tarefas e esclarecendo dúvidas sobre um novo projeto.&nbsp;</p>



<p>Com a graça dos céus, a hora voou. Às 17h50, desligou o computador, pegou sua bolsa e foi ao banheiro rapidamente para retocar batom e perfume. Estava pronta. Olhou-se no espelho e disse: “Bora!’.</p>



<p>Ela chegou ao ponto de encontro com cinco minutos de antecedência. Enviou uma mensagem com a localização do seu carro para o gestor. Fechou os olhos e torceu para que nenhum estranho estacionasse ao seu lado.&nbsp;</p>



<p>Ainda de olhos fechados, Helena ouviu uma batidinha no vidro da carona. Era ele. Coração na boca? Teve. Falta de ar? Também. O gestor, com aquele perfume amadeirado inebriante, sentou-se ao lado dela. Os dois se olharam por 3 segundos intermináveis, em seguida ele falou:</p>



<p>― <em>Você mexe comigo, Helena. Sempre me senti atraído por você. Eu entendi como uma deixa o que você disse no final da nossa reunião de hoje. Por isso resolvi me arriscar. E você estar aqui é a prova de que eu não me enganei…</em></p>



<p>Enquanto ele falava, Helena se lembrou da foto dele sem camisa, a qual viu dias atrás.&nbsp; Ela sorriu e se aproximou do rosto do gestor para sentir sua fragrância de mais perto. Colocou uma das mãos sobre a coxa esquerda, e a outra, no peito dele.&nbsp;</p>



<p>Esse momento pareceu uma eternidade… Quem daria o próximo passo? Seria um caminho sem volta. Seus lábios se encostaram. Ninguém recuou; na verdade, só rolou entrega. De ambos. Em um beijo quente, devagar, intenso.</p>



<p>Nos minutos seguintes, o mundo poderia acabar, e os dois morreriam felizes.</p>



<p>Mentira! Conversinha do ego.</p>



<p>Foi o melhor momento <em>carpe diem </em>já vivenciado por ela dentro de um carro.</p>



<p>Vinte minutos de puro deleite. Helena sentia-se plena. Cessados os toques, olhou fixamente para o gestor e disse: “Agora vamos voltar para as nossas famílias.”</p>



<p>Ele deu uma piscadinha e desceu do carro.</p>



<p>Naquela noite, Helena estava radiante. e seus meninos perceberam sua Luz. Ela estava enlouquecidamente carinhosa. Até jogou videogame com o Roni.&nbsp;</p>



<p>Helena optou pelo “por que sim”, sendo leal aos seus sentimentos. Isso bastava para sua mente e seu coração.</p>



<p>[E você nem queira saber onde Helena enfiou a roupa impregnada da mistura de perfumes e cheiros do encontro.]</p>
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